Empresário no Acre atua com o mesmo “modos operandi” do passado que o levou a prisão

Chegou denúncia na redação deste veiculo de comunicação, que o Ministério Público Federal, receberá em breve, vários documentos que comprova indícios de malversação do dinheiro público federal, envolvendo um empresário do meio de comunicação e uma das maiores secretarias de estado, a secretaria já foi alvo de denúncia do Vice-Governador do Estado do Acre, conhecido como “o caso dos computadores”.

Esse mesmo empresário, consta na denúncia recebida nesta redação, que ele responde a várias outras ações judiciais e já tem condenação em outros processos. Documentos acostados a denúncia comprovam que ele já teria sido preso, num caso semelhante, o caso conhecido como: “Desvio de recursos públicos na ELETROACRE“, todas as ações que o mesmo empresário responde na justiça, a maioria das denúncias, dizem respeito quando ele fazia a impressão do Diário Oficial do Estado, o Ministério Público Estadual, em ações já transitadas e julgadas, em um passado não muito distante, descreveu o modos operandi que ele agia, “começa fazendo boas matérias no jornal diário de sua propriedade referente a atuação do gestor da secretaria, colocando esse gestor como o elemento de destaque da administração do estado, depois, alicia o segundo escalão e ai leva sua proposta de fazer folder, cartazes, campanhas educativas etc., logo em seguida começa a exigir o recebimento do recurso e a legalização do processo dos materiais já entregues. 

Fica o registro da denúncia, haja vista, termos checado a origem e ser verdadeira a fonte, estaremos acompanhando o desenrolar dos fatos, mesmo porquê, a ordem do Presidente da República, do Ministro da Educação e demais Ministros das pastas é que atuem com todo rigor na aplicação do dinheiro público e que seja respeitado a legislação em todos os seus critérios e rigor, bem como, seja aplicado os cinco princípios que regem a administração pública.

Da Redação

1 COMENTÁRIO

  1. Improbidade administrativa, ato ilícito muito recorrente na gestão pública brasileira. Atos que causa prejuízo ao erário. O artigo 37, parágrafo 4, da Constituição Federal criou uma nova esfera de responsabilização: a improbidade administrativa. Com isso, o constituinte visou instituir novo mecanismo de punição aos agentes públicos e terceiros que pratiquem ilícitos contra a administração pública, a fim de coibir desvios éticos e proteger o princípio constitucional da moralidade administrativa.

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