Alto comando das forças armadas: “Estamos atentos e preparados para garantirmos, de acordo com a Constituição, Federal a democracia”

Que nas Forças Armadas os oficiais superiores são homens preparados em estratégia e alta administração, aperfeiçoados através de cursos nas questões de natureza constitucional, econômica, social e política, com professores universitários, especialistas e autoridades dos Três Poderes e que esses oficiais, colocam em prática para toda a tropa, os ensinamentos e os princípios constitucionais, nós fazemos o dever de casa, disse o general.

A Escola de Guerra Naval, a Escola da Aeronáutica, ensinam a conhecer em profundidade os grandes desafios do país, internos e externos, e a debatê-los – é a plena consciência que todos eles têm de que o Exército é uma instituição do Estado a serviço do povo e da Constituição.

As Forças Armadas servem à democracia, no interesse da nação, sem nenhum viés ideológico, pois distinguem o que são as correntes políticas, com seu necessário conteúdo ideológico, do que possam ser as funções próprias de um Estado organizado de Direito, ou seja, numa democracia, temos a consciência  que somos uma instituição do Estado, mais que do governo, a serviço não desta ou daquela ideologia, mas a serviço da Constituição e da democracia.

O artigo 142 da Lei Suprema – assim redigido: “As Forças Armadas, constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Presidente da República, e destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem.” 

O constituinte, inteligentemente, ao delinear o Estado Democrático de Direito, com fundamentos no artigo 1.º da Carta da República, e alicerçá-lo na harmonia e independência dos Poderes. no artigo 2.º, outorgou às Forças Armadas as tarefas de garantir, de um lado, a democracia, em eventual crise, e de repor a lei e a ordem em eventual conflito entre os Poderes.

Esses deveres das Forças Armadas é de pouco conhecimento da juventude que a muito já não recebe mais esses ensinamentos na escola e também a imprensa, que atualmente nesse mundo globalizado quer dar a noticia do jeito mais rápido e sensacionalista, pois as pessoas lêem as manchetes e não o texto, então isso que acabei de falar não sairá publicado pois o seu editor certamente cortará. 

A conversa que tive com o general, me fez entender, que existe sim uma desconfiança muito grande com alguns meios de comunicação, agradeci e vou manter o sigilo da fonte, omitindo o nome do General, ele não me pediu, mais estou fazendo de livre vontade própria, sem omitir nenhuma palavra ou frase a mim descrito pelo general, esperando que sua confiança seja renovada, pois nós que fazemos com responsabilidade o site de noticias www.mancheteagora.com, também primamos pelo respeito e obediência aos princípios democráticos, garantidos na Constituição Federal, em breve faremos uma nova entrevista, pois, o contexto do diálogo, foi muito agradável. 

Brasilia, 10 de novembro de 2019

Aleksandra Pessoa e Silva.

Nota da Redação: Democracia e direitos garantidos na Constituição Federal – A proteção dos direitos fundamentais fixados em benefício do cidadão, conduzem a uma constante restrição do poder político de titularidade do próprio povo, tal restrição do poder político, que é desempenhado pelos representantes parlamentares dos próprios cidadãos, é feita através de um Poder que não dispõe de representatividade popular, o Judiciário.

 

 

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