Mirla desabafa: “minha profissão não é ser Irmã de político”

Mirla desabafa: “minha profissão não é ser Irmã de político”

Fonte:Ac24horas

Cotada para ser a substituta do jornalista Rogério Wenceslau no cargo de porta-voz do governo Gladson Cameli, a jornalista Mirla Miranda, irmã do deputado federal Alan Rick (DEM), usou as suas páginas nas redes sociais para desabafar.

“Minha profissão não é ser irmã de político! Minha profissão é comunicar e falar bem: de gente e de ações””, desabafou Mirla ao responder indiretamente críticos nas redes sociais que afirmaram que ela só foi indicada ao cargo por ser irmã de um aliado de Cameli.

Em sua publicação, Miranda fez um resumo dos seus mais de 25 anos dedicados a comunicação.”Não preciso provar nada a ninguém. Mas respeito os que respeitam as histórias! A maior neurose humana é a desconstrução de imagem. Nunca faça isso. É uma forma de “matar”. A pessoa quer matar a decepção e quem o decepcionou. A única forma que tem de fazê-lo é falando mal, desconstruindo a imagem do outro”, enfatizou.

Confira a publicação de Mirla Miranda na íntegra:

Você conhece a minha história?

Não tem problema, amo comunicar, por isso vou contar!
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Nasci em 1979, na cidade de Boca do Acre. Meus irmãos nasceram em Rio Branco (AC) e Roraima. Somos cinco: Evelyn, Alan, Day, Mack. Minha mãe GORETE, acreana de Sena Madureira, voltou do Mato Grosso após separar-se de meu pai, Milton.

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Fomos criados com muita simplicidade. E foi ótimo.
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– [ ] Minha avó Ondina nos levava à Igreja Batista do Bosque quando crianças. Essa ação foi determinante. Conhecer o amor de CRISTO desde a infância, e saber que Ele está comigo todos os dias, me fez nunca perder a fé. Estudamos, brincamos, crescemos. Eu, com apenas 12 anos, já fui trabalhar em uma escola Montessoriana. Lá aprendi a aprender. Nesse mesmo período comecei a receber convites para fazer comerciais de TV. Era divertido e rapidamente eu decorava o texto e lá estava Mirla: na televisão.
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Os convites para outros trabalhos não demoraram. Foram diversas apresentações de programas políticos. E mal sabia eu o preço que teria que pagar.

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Aprendi a fazer de tudo na área: produzir, escrever roteiros, buscar os melhores ângulos.

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Um dia, uma querida amiga (não citarei nomes) me indica para um memorável empresário. O objetivo era substituí-la no telejornal enquanto ela se dedicava a um outro projeto. Aceitei!

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Fui para externas, fui para o estúdio e a assim, assumi o cargo de muita responsabilidade. O próprio dono da emissora, a quem devo o respeito pela carinhosa atenção de me ensinar; me acompanhava e me chamava na sala de edição para me dar “toques”. E segui aprendendo no auge dos meus tenros 23 anos.

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Nove meses após minha admissão, por ter composto e cantado o jingle de um político contrário ao partido a época no poder, recebo a notícia (de minha editora) que o diretor da TV havia dito que eu não precisa mais voltar ao trabalho. Ali estava eu, demitida por “solicitação” política.
Fantástico: eu incomodava!

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Só entendi a maravilha da dor quando me percebi criando meu próprio programa de Tv. O Acre S.A teve sua avant premiere lançada em janeiro de 2005. Motivada pelo meu próprio programa, resolvi abrir uma loja de calçados. A falta de experiência no ramo e outros fatores me levaram a falência. Período muito difícil da minha história. Foi quando conheci a depressão.
Mas também descobri em Deus como vencê-la.
Lá estava eu: aos pés do Pai Celestial.

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Foquei no Acre S.A.
Aprendi que o melhor é ter o foco máximo no mínimo (vivemos a era do “foco mínimo no máximo”).

Revelei com o programa, durante mais dez anos, empresas, empresários, ações empreendedoras. Inédito para o estado.
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Eu respirava comunicação:

Pauta, roteiro, produção, gravação, fotografia, sonoplastia, edição, finalização.

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Estudei administração. Mas a comunicação vinha paralelamente nos livros e atividades.

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No caminho me especializei em marketing, em assessoria de imprensa, em gestão, em pessoas. Amo a Disney, que só pude conhecer aos 34 anos. Aí descido fazer uma formação internacional na Disney!

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Lá estou eu formada em Guedtologia, a ciência do atendimento encantador ao cliente.

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Fui convidada para assessorar empresas e instituições. Convites para ser Mestre de Cerimônia nunca faltaram (o que é diferente de ser ceromonialista).

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Fiz diversas campanhas publicitárias; fui editora geral da Revista Amazônia S.A.
Convidada para ir para Rondônia, produzi e dirigi campanhas eleitorais por quatro vezes. Duas delas vitoriosas!
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Resolvi, com minha experiência de 25 anos na comunicação, ajudar pessoas a se comumicarem com excelência.
Faço Mentorias COM AMOR.
Na verdade, ponho amor, fé, coragem e capricho em tudo que me disponho a realizar.

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Nunca exerci cargo público, nunca “corri” atrás disso.
Tenho uma história de lutas e conquistas como qualquer pessoa que põe a cara pra bater, o pé pra fazer calo e a cabeça pra pensar!

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Minha profissão não é ser irmã de político! Minha profissão é comunicar e falar bem: de gente e de ações!

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Poderia aqui esbravejar nomes e atitudes que sofri. Já fui traída, enganada por amigos chegados, mas tudo que me fizeram de mal, produzia em mim aprendizado!
Sensacional: eu amo aprender!

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Hoje, sabe qual é minha maior alegria? Falar o que Deus fez por mim e continua fazendo. Vou onde me chamarem.
Não tenho medo do que possa me fazer o “homem e sua vaidade”.
Sigo sempre confiante em algo SUPERIOR. E não se trata de pessoas ou coisas. Faço a vontade de meu Pai.
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Não preciso provar nada a ninguém. Mas respeito os que respeitam as histórias!
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A maior neurose humana é a desconstrução de imagem. Nunca faça isso. É uma forma de “matar”. A pessoa quer matar a decepção e quem o decepcionou. A única forma que tem de fazê-lo é falando mal, desconstruindo a imagem do outro.
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Eu sigo falando bem. Assim atraio o excelente. E o que eu ainda fizer na vida, será para deixar a marca da melhor forma de comunicar.

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