Última Capital da Amazônia iniciar ano letivo, Rio Branco tem escolas ainda em reforma

Última Capital da Amazônia iniciar ano letivo, Rio Branco tem escolas ainda em reforma

As aulas na rede municipal de ensino começam nesta segunda-feira (11) em Rio Branco, a última capital da Amazônia a retomar o calendário escolar em 2019. Em todas as outras, conforme levantou o ac24horas as aulas começaram há muito tempo não obstante todos os problemas vividos pelo poder público. Em Boa Vista, por exemplo, os alunos estão em sala de aula desde o dia 31 de janeiro. A capital de Roraima está sob emergência social (por causa da diáspora venezuelana) além de sofrer com problemas de segurança. “Sob a liderança do secretário Moisés Diniz, a equipe da Secretaria Municipal de Educação e de uma rede de apoio -Zeladoria, RBTrans e Emurb – se mobilizou para receber bem nossos educandos porque, para a Prefeitura de Rio Branco, a educação é prioridade absoluta”, anunciou, de modo efusivo, a prefeita Socorro Neri. Ela também assegurou material escolar para todas as crianças. “Esse ano, será disponibilizado material escolar para os 25 mil estudantes da rede municipal”, garantiu.

O atraso em Rio Branco tem motivação variada mas outras capitais amazônicas tiveram dificuldades para por em vigência o calendário escolar. Em Porto Velho, que vive o drama das enchentes dos rios que cortam o município, o ano letivo de 2019 já completou mais de um mês para as escolas da zona urbana. As crianças de Manaus estão nas salas de aula desde o dia 7 de janeiro e em Palmas, no Tocantins, o ano letivo está aberto desde 6 de fevereiro. Em Belém, desde 16 de janeiro.

Na rede estadual, as aulas tem início dia 18 próximo.

Estabelecimentos passam por reforma na capital do Acre, conforme informou a própria prefeita. “A manutenção da estrutura física das escolas está em curso”, disse Socorro Neri, que não explicou as causas que levaram à demora no início das aulas mas pediu empenho dos trabalhadores: “Diretoras e diretores e suas equipes: Vamos em frente! Com união, planejamento e foco as dificuldades serão superadas e haveremos de elevar os já bons indicadores de qualidade do ensino”.

Por Edmilson Ferreira
Ac24horas

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