Cumpriu um papel político

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Ninguém mais do que o deputado federal Léo de Brito (PT) –foto- mostrou a cara na defesa do seu partido, até nas questões mais antipáticas como o impeachment da ex-presidente Dilma. E por isso pode chegar e cobrar a fatura partidária regional de ter uma estrutura que lhe garanta a reeleição. Não discuto as suas idéias ideológicas se estavam certas ou erradas, me reservo a fazer a observação que foi um parlamentar que teve lado e foi ativo na defesa dos interesses políticos do PT. E dentro da parte que lhe tocou nas emendas parlamentares foram bem destinadas. Não é qualquer um que entra num debate desgastante como ele entrou, na Câmara Federal. Se há alguém que pode reclamar da atuação parlamentar do Léo, por certo não são os petistas. Nada mais normal que a cúpula petista priorize a sua reeleição. Justo.

PASSOU NO TESTE
Só deu o candidato ao governo, Gladson Cameli (PP), ontem no Senadinho, onde além de muito solicitado para selfies, caiu no forró. Passou no teste de popularidade, muito requisitado para danças com as damas do pedaço e abraçado a cada momento. A campanha começou.

BOA NOTÍCIA
Como sempre deveria ser. A polícia estava na noite de ontem nas ruas ocupando os pontos mais violentos da cidade. A boa nova veio do secretário de Segurança, Vanderlei Thomas, de que estas ações não têm tempo para terminar. Polícia nas ruas inibe os marginais e passa a sensação de segurança. Não esquecer das rondas no Tropical.

NESTE PONTO TEM RAZÃO
O governador tem toda a razão na sua queixa contra o governo federal, num aspecto: a burocracia para se transferir um preso para presídios federais e não se constroem presídios federais, no Acre. Isso leva o Estado ter que abrigar os chefes do tráfico e bancar os custos.

DÁ PARA AVALIAR
Á medida que a campanha avança dá para se ter uma noção mais real dos candidatos a deputado estadual que estão com a candidatura mais organizada. Dentro da chapa do PV, uma campanha que está redonda é a do Juiz aposentado, Pedro Longo, formou uma base sólida.

ELEITORADO ESCLARECIDO
Por ser um ex-Juiz de Direito, qualificado para ocupar um mandato de deputado estadual por ser um cultor das leis, sem nódoa na vida profissional, Longo entra bem na faixa do eleitorado mais esclarecido. Novo na política não se mede por idade, mas pela qualificação do candidato.

REI SEM TRONO
O ex-prefeito de Sena Madureira, Nilson Areal, é uma espécie de rei sem trono. Quando estava na prefeitura os candidatos majoritários do PT estouravam de votos no município. Foi sair do poder e a FPA entrou em decadência política. O atual governador perdeu nos dois turnos naquele reduto, e na última eleição a oposição dominou e fez o prefeito e dois deputados.

MAIS PERIGOSO
Nas rodadas de conversas da cúpula petista o nome do candidato ao Senado, Márcio Bittar (MDB) , é citado como o mais “perigoso” para os interesses futuros do PT se vier a ser eleito.

DEVAGAR, QUASE PARANDO
A FPA está hoje devagar, quase parando em Sena Madureira, onde o PT não conseguiu forjar uma liderança com densidade para disputar um mandato proporcional e terá que enfrentar na eleição majoritária deste ano, um dos prefeitos melhor avaliado do Acre, Mazinho Serafim (MDB). E mais dois deputados estaduais.

NÃO VEJO HORIZONTE
Por causa deste quadro o candidato ao governo do PT, Marcus Alexandre, terá muito dificuldade para decolar a sua candidatura em Sena Madureira, que se transformou nas últimas disputas eleitorais num forte bastião da oposição. O PT de Sena é bem fraquinho.

LOTES NA LUA
Com as convenções regionais deverão ser divulgados os Planos de Governo dos candidatos a governador. Espera-se que não venham com calhamaços de promessas que não podem ser cumpridas. Não adianta prometer lotes na lua. Para não virar uma peça de ficção política.

JACARÉ QUER UM NACO
Até o ex-deputado federal Fernando Melo (PROS), o Jacaré, quer como candidato a deputado federal um naco eleitoral do desgaste do governo, na questão da violência que domina, principalmente, a Capital. Anda divulgando que quando foi secretário de Segurança havia paz.

 EM NENHUMA MÁGOA
O senador Sérgio Petecão (PSD) em que pese a adjetivação pesada que, ele recebeu do governador, diz não guardar mágoa, e que o único interesse é a queda do índice de violência.

PODEM COLOCAR NA DISPUTA
Na chapinha para a Câmara Federal dos partidos nanicos da FPA, o vereador Manuel Marcus (PRB) é um dos mais fortes candidatos na briga por um mandato dentro da coligação. Por um motivo simples: tem um grupo experiente na condução de sua campanha e estrutura.

A QUE MAIS TRANSFERE VOTOS
A Igreja Universal, onde Manoel Marcus (PRB) é Pastor, é vista entre os políticos do meio evangélico como a igreja que mais transfere votos entre todas as denominações religiosas.

DIÍCIL APONTAR OS BALSEIROS
Volto a dizer não ser tarefa fácil apontar quem ganha e quem perde na chapa formada pelos deputados Raimundinho da Saúde (PODEMOS), Heitor Junior (PODEMOS), Josa da Farmácia (PODEMOS), Maria Antonia (PROS), Dra. Juliana (PRB) e André da Farmácia (PRB). O que se pode dizer de concreto é que um mínimo de três deputados desta aliança vão pegar  balsa para Manacapuru.

JOGO BRUTO
Um deputado do PT comentou ontem à coluna não crer que, o PCdoB queira entrar na chapa do PT para deputado estadual. E justificou: “terão que enfrentar o jogo bruto dos candidatos do PT, e podem acabar não ficando com nenhuma das vagas que forem conquistadas”.

DOMÍNIO GERAL
Do PT, quem vem eleita do Alto Acre é a deputada Leila Galvão (PT). E está condição que ostenta não é contestada nem dentro dos que fazem uma análise lúcida na oposição. Não é temerário apontar que a Leila estará entre os cinco candidatos mais votados para a ALEAC.

NENHUM SEGREDO
E não se trata de nenhum segredo para a deputada Leila Galvão (PT) ser considerada favorita a voltar para a ALEAC . É uma fórmula simples: acabou a eleição e ela emenda outra campanha.

SEGURAR A LEGENDA
O candidato a deputado federal, Jefferson Barroso (PHS), entra na disputa com o único objetivo que é o de garantir que o partido alcance o índice da Cláusula de Barreira para não desaparecer do mapa político. Barrosos foi o único que topou no PHS a ir para o sacrifício.

SÓ NA CHAPA PRÓPRIA
A Delegada Carla Brito (PSB-CZS) só tem chance de conseguir um mandato de deputada estadual se o seu partido sair com chapa própria. No chapão do PT vai virar uma escada.

LADEIRA ABAIXO
A decisão da prefeita de Tarauacá, Marilete Vitorino (PSD), de reduzir os salários dos funcionários efetivos para se enquadrar no teto de gastos da Lei de Responsabilidade fiscal, é uma pancada política na cabeça do candidato ao governo, Gladson Cameli (PP), a quem apóia.

REAÇÃO NATURAL
A reação natural como vingança será sem dúvida não votarem no seu candidato a governador.

JOGADA INTELIGENTE
A decisão do comando de campanha do candidato ao governo, Marcus Alexandre (PT), de realizar cinco convenções regionais nos municípios de maior densidade eleitoral é uma jogada inteligente, porque serve para motivar os militantes desses municípios e mostrar força política.

ESPERANDO UMA REBARBA
O Coronel Ulisses Araújo (PSL) quer esperar com quem ficará a coligação do candidato a presidente Jair Bolsonaro (PSL) para escolher seu vice. Se o vice de Bolsonaro for do PRB, terá que haver uma afinação também no Acre. É o sonho de Ulisses, porque assim ganharia tempo precioso no horário eleitoral. As coligações nacionais podem mexer no tabuleiro do Acre.

 PASSAR LONGE
Ontem, numa conversa na ALEAC com um deputado da FPA, lhe perguntei como via a disputa para o governo entre Gladson Cameli (PP) e Marcus Alexandre (PT), e tive uma resposta política: “primeiro é minha reeleição, segundo minha reeleição e terceiro minha reeleição”.

REAÇÃO NATURAL
É natural em qualquer campanha que os candidatos a deputado coloquem em primeiro plano as suas reeleições. É normal também a conduta de não brigar para reverter o voto, quando encontram alguém que apóia um candidato de partido adversário. É meu pirão primeiro.

OBSERVAÇÕES POLÍTICAS
Converso com políticos dos mais variados partidos porque não trato a coluna como cabo-eleitoral de nenhum candidato. Faço comentários e observações. E converso com muita gente que não é política, mas fica envolvida pelo clima eleitoral. E sempre nestas conversas costumo ouvir duas observações reiteradas: “o Minoru Kinpara (candidato ao Senado pelo REDE) é um adversário perigoso”. A outra é que: “mesmo sofrendo boicotes o Ney Amorim pode surpreender”. Confesso para o leitor da coluna que em bem mais de três décadas de jornalismo político nunca vi, no Acre, uma disputa mais acirrada do que esta para o Senado da República, por a maioria dos candidatos ser parelha. Vamos aguardar as pesquisas.

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